Se você está pesquisando o que fazer em Colchagua em 2 dias, provavelmente já percebeu que o Chile pode ser muito mais do que Santiago, compras e centros de ski. A poucas horas da capital, o Vale de Colchagua oferece uma escapada perfeita para brasileiros que querem combinar vinhos, paisagens rurais, boa gastronomia, hotéis entre vinhedos, cultura local e um ritmo de viagem mais tranquilo.
Muitos brasileiros chegam ao Chile pensando em passar alguns dias em Santiago, visitar shoppings, conhecer a Cordilheira dos Andes ou esquiar em centros como Valle Nevado, Farellones, La Parva ou El Colorado. Mas depois de alguns dias de cidade, trânsito, compras e neve, Colchagua aparece como uma pausa elegante e diferente: um vale de vinhos, campos, restaurantes, museus, teleférico, artesanato e experiências que mostram outro lado do país.
Este roteiro foi pensado para quem quer entender o que fazer em Colchagua em 2 dias sem transformar a viagem em uma corrida. A ideia não é visitar o máximo de lugares possível, mas organizar uma escapada com sentido: chegar ao hotel, almoçar bem, visitar uma vinícola importante, conhecer Lolol, passar por La Lajuela, subir ao teleférico da Viña Santa Cruz e, se houver tempo, fechar a viagem com Museu de Colchagua e Viña Viu Manent.
No DisfrutaColchagua.com, criamos este guia para ajudar viajantes brasileiros a planejar o que fazer em Colchagua em 2 dias com uma rota realista, inspiradora e pensada para aproveitar o melhor do wine country chileno sem perder tempo nem sobrecarregar o roteiro.
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Resumo rápido do roteiro em Colchagua
| Momento | Atividade recomendada |
|---|---|
| Dia 1 manhã | Chegada ao TerraViña Hotel Boutique |
| Dia 1 almoço | Almoço no Restaurante Los Poetas |
| Dia 1 tarde | Tour Ícone na Viña Maquis |
| Dia 1 noite | Descanso no TerraViña Hotel Boutique |
| Dia 2 manhã | Rota até Lolol, passando por La Lajuela |
| Dia 2 meio-dia | Museu de Artesanato em Lolol |
| Dia 2 tarde | Viña Santa Cruz, teleférico, museus, degustação e almoço no Restaurante Loló |
| Dia 2 noite | Retorno ao TerraViña Hotel Boutique |
| Manhã extra opcional | Museu de Colchagua, almoço na Viña Viu Manent e tour na vinícola, se houver tempo |
Por que visitar Colchagua durante uma viagem a Santiago?
Para muitos brasileiros, Santiago é a porta de entrada do Chile. A cidade funciona muito bem para compras, gastronomia, passeios urbanos e como base para visitar centros de ski no inverno. Mas o Chile fica ainda mais interessante quando você combina a capital com uma região de vinhos.
Colchagua é uma excelente escolha porque está relativamente perto de Santiago e oferece uma experiência completamente diferente. Em vez de prédios, lojas e montanhas nevadas, você encontra vinhedos, caminhos rurais, hotéis boutique, vinícolas premiadas, restaurantes acolhedores e pueblos com identidade local.
Se você está pensando o que fazer em Colchagua em 2 dias, a resposta começa por entender que o vale não deve ser tratado como um passeio apressado. O ideal é dormir pelo menos uma noite na região para sentir o ritmo do lugar, jantar com calma, acordar entre vinhedos e aproveitar as experiências sem voltar correndo para Santiago.
Para brasileiros que viajam em casal, em família ou com amigos, Colchagua pode ser o complemento perfeito depois de alguns dias de compras ou neve.
Onde se hospedar: TerraViña Hotel Boutique como base da escapada
Quando se tem pouco tempo, escolher bem onde dormir faz muita diferença. Para este roteiro, uma boa base é o TerraViña Hotel Boutique, localizado entre vinhedos e a poucos minutos de Santa Cruz.
A grande vantagem do TerraViña é o equilíbrio. Ele permite dormir rodeado por parreiras, sentir o clima do vale e, ao mesmo tempo, estar perto de restaurantes, vinícolas e rotas turísticas. Para quem vem do Brasil e não conhece a região, isso ajuda bastante.
O hotel funciona muito bem para uma primeira escapada porque evita deslocamentos longos e deixa a viagem mais fluida. Você pode chegar, descansar, almoçar perto, visitar uma vinícola à tarde e voltar para dormir sem complicação.
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Dia 1 manhã: chegada ao TerraViña Hotel Boutique
O primeiro dia começa com a chegada ao Vale de Colchagua. Se você sai de Santiago, o ideal é partir cedo para aproveitar melhor a jornada.
O caminho já faz parte da experiência. Pouco a pouco, o ritmo da capital fica para trás, os campos começam a aparecer e os vinhedos anunciam que você entrou em outra paisagem do Chile.
Ao chegar ao TerraViña Hotel Boutique, não vale a pena ter pressa. Este primeiro momento é para se localizar, deixar as malas se o quarto ainda não estiver pronto, respirar o ar do vale e começar a entrar no espírito da viagem.
Quem pesquisa o que fazer em Colchagua em 2 dias muitas vezes imagina uma agenda cheia. Mas o segredo está justamente no contrário: organizar bem, escolher poucas experiências e deixar tempo para desfrutar.
Dia 1 almoço: Restaurante Los Poetas
Depois de chegar e se instalar, uma excelente forma de começar a escapada é almoçar no Restaurante Los Poetas, localizado muito perto do TerraViña Hotel Boutique.
Los Poetas é um daqueles lugares que ajudam a colocar a viagem no tom certo. A proposta combina cozinha bem cuidada, produtos frescos e uma atmosfera que conversa muito bem com o estilo de Colchagua.
Entre os pratos mais lembrados por visitantes estão preparações com frutos do mar, massas, risotos e carnes, sempre acompanhadas por uma boa carta de vinhos.
Uma das especialidades mais comentadas são os canelones de jaiba, um prato saboroso e marcante, perfeito para começar a viagem com uma refeição especial.
Para quem vem de Santiago depois de dias de compras, passeios urbanos ou neve, sentar para almoçar com calma em Colchagua é quase uma mudança de estado de espírito. A viagem começa a ficar mais lenta, mais sensorial e mais ligada ao território.
Dia 1 tarde: Viña Maquis, ribeiras e vinhos ícones
A tarde do primeiro dia é ideal para uma experiência de vinho com história, paisagem e profundidade. Para isso, Viña Maquis é uma excelente alternativa.
Localizada em um dos setores mais especiais do Vale de Colchagua, Viña Maquis está cercada pelo rio Tinguiririca e pelo estero Chimbarongo, uma condição geográfica que influencia diretamente o caráter dos seus vinhos.
A experiência recomendada é o Tour Ícone de Viña Maquis, uma atividade que permite descobrir a história da vinícola por meio de um passeio guiado por seus vinhedos e ribeiras. Durante a visita, o viajante conhece a evolução da bodega, suas práticas sustentáveis e o equilíbrio entre tradição e inovação que marca a identidade da viña.
O tour termina na histórica casa da propriedade com uma degustação exclusiva de vinhos ícones de Viña Maquis e Calcu. Entre as degustações, destaca-se um refrescante Rosé, além de etiquetas que representam o melhor da produção da vinícola.
A experiência também incorpora uma viagem virtual pelos vinhedos de Calcu, permitindo conhecer outros terroirs e compreender melhor a diversidade de expressões que o vale oferece.
Reserve o Tour Ícone de Viña Maquis aqui
Esta tarde em Viña Maquis funciona muito bem no primeiro dia porque não sobrecarrega a agenda. É uma experiência com história, paisagem, vinhos memoráveis e um ritmo perfeito para quem está começando a descobrir Colchagua.
Dia 1 noite: descanso no TerraViña Hotel Boutique
Depois do tour na Viña Maquis, a melhor decisão é voltar ao hotel e fechar o dia com calma.
Colchagua tem um encanto especial no fim da tarde. A luz desce sobre os vinhedos, os cerros mudam de cor e o silêncio começa a ficar mais presente.
Esse é um dos momentos em que dormir no vale faz sentido. Você não precisa voltar para Santiago, não precisa dirigir tarde da noite e não precisa transformar a escapada em um bate-volta cansativo.
Pode jantar com calma, tomar uma taça de vinho ou simplesmente descansar.
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Dia 2: Lolol, artesanato, Viña Santa Cruz e retorno ao hotel
O segundo dia propõe uma rota diferente. Depois de viver uma experiência de vinho na Viña Maquis, a ideia é olhar Colchagua por sua dimensão cultural: povoados, ofícios, artesanato, patrimônio, museus e uma vinícola que combina vinho com paisagem.
A rota recomendada é sair de Santa Cruz ou do TerraViña em direção a Lolol, passando pelo setor de La Lajuela, visitar o Museu de Artesanato, continuar para a Viña Santa Cruz, subir de teleférico, conhecer seus museus, fazer degustação, almoçar no Restaurante Loló e retornar ao hotel no fim da tarde.
Essa combinação responde muito bem à pergunta o que fazer em Colchagua em 2 dias, porque mostra que o vale não é apenas vinho: também é cultura, tradição, campo chileno e paisagem.
Dia 2 manhã: rota até Lolol passando por La Lajuela
A manhã começa com uma rota em direção a Lolol. No caminho, aparece um setor muito interessante da comuna de Santa Cruz: La Lajuela.
La Lajuela mantém viva uma tradição ligada ao trabalho da teatina, uma fibra obtida da planta do trigo e usada para tecer as tradicionais chupallas chilenas.
As chupallas são chapéus típicos do campo chileno. Elas fazem parte da identidade rural do país, das festas tradicionais e do mundo campesino. Para brasileiros, esse tipo de parada ajuda a entender um Chile menos urbano e menos turístico.
Passar por La Lajuela a caminho de Lolol permite perceber que Colchagua não é somente vinho. Também é artesanato, memória rural e ofícios transmitidos por gerações.
Se houver oportunidade de ver artesãos trabalhando ou comprar diretamente uma peça, essa pode ser uma lembrança muito mais autêntica do que qualquer souvenir genérico.
Dia 2 meio-dia: Museu de Artesanato em Lolol
Depois de passar por La Lajuela, a rota continua até Lolol, um dos povoados patrimoniais mais interessantes da Região de O’Higgins.
Lolol conserva uma atmosfera antiga, ligada ao campo chileno, à arquitetura tradicional e a uma forma de vida mais tranquila. Caminhar por suas ruas é uma maneira de conhecer outro lado do Chile, muito diferente de Santiago, dos shoppings ou das estações de ski.
Um dos atrativos que vale considerar é o Museu de Artesanato, impulsionado pela Fundação Cardoen junto à Universidade Católica do Chile. Esse espaço permite se aproximar dos ofícios tradicionais e da cultura material do território.
A visita ajuda a complementar o que foi visto em La Lajuela. Primeiro aparece o ofício vivo no caminho; depois, uma visão mais ampla sobre a artesania, suas técnicas, objetos e valor cultural.
Antes de viajar, é importante confirmar horários de abertura e disponibilidade do museu, especialmente em dias de semana, baixa temporada ou feriados.
Dia 2 tarde: Viña Santa Cruz, teleférico, museus e degustação
Depois de conhecer Lolol e sua dimensão patrimonial, uma parada muito recomendada é a Viña Santa Cruz.
Viña Santa Cruz é uma das experiências mais completas para quem visita Colchagua pela primeira vez, porque combina vinho, paisagem, cultura e entretenimento no mesmo lugar.
A experiência mais recomendada para esta rota combina visita técnica à bodega, degustação de vinhos e subida de teleférico ao Cerro de las Culturas.
Durante a visita, é possível conhecer processos de vinificação contemporâneos e provar algumas das linhas da vinícola, como Santa Cruz Terrazas, Make Make, Tupu e uma etiqueta da série Pequeña Escala.
Depois, o teleférico sobe sobre os vinhedos até o Cerro de las Culturas. Lá em cima, é possível percorrer reconstruções de aldeias Mapuche, Aymara e Rapa Nui, conhecer parte de sua cosmovisão e compreender a relação desses povos com a terra e o universo.
A experiência também inclui o Museu do Meteorito, um espaço curioso que exibe peças autênticas vindas do espaço exterior, além de terraços panorâmicos com uma das melhores vistas do Vale de Colchagua.
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Esta atividade faz muito sentido dentro do roteiro porque não aparece como uma venda isolada. Ela entra naturalmente em uma jornada que une artesanato, patrimônio, vinho, teleférico, museus e paisagem.
Complemento: Museu do Vinho e Museu do Automóvel em Viña Santa Cruz
Além do passeio principal, Viña Santa Cruz conta com dois atrativos culturais muito interessantes.
O Museu do Automóvel reúne mais de 80 veículos históricos, incluindo peças como o Everett de 1890, considerado o automóvel mais antigo da América, além de modelos Rolls-Royce, Ferrari, o DeLorean original de De Volta para o Futuro, o carro de Eliseo Salazar na IndyCar e o Austin Prince usado pela Rainha Elizabeth II durante sua visita ao Chile.
Já o Museu do Vinho permite percorrer a história da vitivinicultura em uma antiga nave de aço de 1900, explorando a origem do vinho, sua evolução e os aromas que constroem sua identidade.
Para quem viaja com família, amigos ou pessoas que não são tão apaixonadas por vinho, esses museus tornam a visita muito mais variada e interessante.
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Almoço no Restaurante Loló
Dentro desta jornada, o almoço recomendado é no Restaurante Loló, associado à experiência da Viña Santa Cruz.
Depois de uma manhã de estrada, artesanato e patrimônio, almoçar em um ambiente ligado ao vinho ajuda a organizar muito bem o dia.
O almoço funciona como uma pausa natural entre as visitas culturais e o retorno ao hotel. É o momento de descansar, conversar sobre o que foi visto e continuar aproveitando a gastronomia do vale.
Se você viaja em temporada alta, fim de semana ou feriado, vale confirmar disponibilidade ou reservar com antecedência.
Alternativa: dedicar todo o segundo dia à Viña Santa Cruz
Se você prefere uma experiência organizada que reúna grande parte dos atrativos em uma única jornada, existe a atividade Enoturismo em um Dia da Viña Santa Cruz.
Essa experiência ocupa praticamente todo o segundo dia e inclui:
Museu do Automóvel.
Museu do Vinho.
Tour Grandes Vinhos.
Degustação.
Teleférico ao Cerro de las Culturas.
Museu de Meteoritos.
Almoço de dois tempos no Restaurante Loló.
Tempo para percorrer aldeias pré-hispânicas e mirantes panorâmicos.
É uma excelente alternativa para brasileiros que querem um dia bem estruturado, sem precisar montar cada etapa separadamente.
Reserve a experiência Enoturismo em um Dia aqui
Dia 2 tarde final: retorno ao TerraViña Hotel Boutique
Depois de Viña Santa Cruz e do almoço, a melhor opção é retornar ao hotel sem pressa.
O segundo dia já terá sido intenso em experiências: La Lajuela, Lolol, Museu de Artesanato, Viña Santa Cruz, teleférico, museus, degustação e almoço.
Voltar ao TerraViña permite fechar a jornada com descanso e uma última vista dos vinhedos.
Se o plano é voltar a Santiago no mesmo dia, organize bem os horários. Mas se você puder dormir mais uma noite, melhor ainda. Colchagua fica mais agradável quando a viagem não é feita contra o relógio.
Manhã extra opcional: Museu de Colchagua e Viña Viu Manent
Embora este artigo responda à pergunta o que fazer em Colchagua em 2 dias, existe uma recomendação honesta: se você puder incluir uma manhã extra, a escapada melhora bastante.
Essa manhã pode ser dedicada ao Museu de Colchagua e a um almoço na Viña Viu Manent antes de voltar para Santiago.
Museu de Colchagua: história antes de voltar
O Museu de Colchagua, localizado em Santa Cruz, é uma excelente forma de fechar a visita com uma visão mais ampla do território.
Depois de percorrer vinícolas, povoados, rotas rurais e museus, o Museu de Colchagua ajuda a organizar a história e compreender melhor a identidade local.
É uma boa alternativa para a manhã extra porque não exige grandes deslocamentos e fica em Santa Cruz. Também funciona muito bem se você viaja em família ou se quer somar uma experiência cultural antes de voltar.
Antes de visitar, confira horários e dias de funcionamento.
Almoço na Viña Viu Manent
Depois do Museu de Colchagua, uma excelente forma de encerrar a escapada é almoçar na Viña Viu Manent.
Viu Manent é uma das vinícolas mais reconhecidas do Vale de Colchagua, especialmente por seu trabalho com Malbec e por Viu 1, considerado seu vinho ícone.
Além da tradição vitivinícola, a viña tem uma proposta gastronômica muito atraente. Almoçar ali permite se despedir do vale com boa mesa, vinho e paisagem.
Outro ponto interessante é sua localização. Para quem volta a Santiago, a Viña Viu Manent fica em uma posição conveniente na direção da Ruta 5, tornando-se uma parada lógica antes do retorno.
Se houver tempo: Tour de Vinhos de Luxo na Viña Viu Manent
Se depois do almoço ainda houver tempo e energia, você pode incluir o Tour de Vinhos de Luxo na Viña Viu Manent.
A experiência permite percorrer vinhedos, bodega e cava, além de conhecer a história do vinho e seus processos produtivos. Um dos atrativos é o passeio de carruagem por antigos setores de vinhedos, que oferece uma perspectiva especial da paisagem vitivinícola.
A atividade termina em uma cava subterrânea, com degustação guiada de vinhos de linhas premium.
Reserve o Tour de Vinhos de Luxo na Viña Viu Manent aqui
Se o retorno a Santiago for no mesmo dia, revise bem os horários. Se o tour deixar a volta muito tarde, talvez seja melhor priorizar o almoço e deixar o tour para uma próxima viagem.
O que fazer em Colchagua em 2 dias se você vem para compras em Santiago
Se sua viagem ao Chile tem foco em compras, Colchagua pode ser uma excelente pausa depois de alguns dias em Santiago.
Muitos brasileiros passam por shoppings, outlets, restaurantes, bairros turísticos e centros comerciais. Depois desse ritmo urbano, passar duas noites ou uma noite em Colchagua ajuda a equilibrar a viagem.
Nesse caso, o roteiro pode funcionar assim:
Primeiro, faça seus dias de compras em Santiago.
Depois, reserve uma escapada curta a Colchagua.
Durma no vale para evitar um bate-volta cansativo.
Volte a Santiago com tempo para o voo ou para continuar o roteiro.
Essa combinação é interessante porque transforma uma viagem muito urbana em uma experiência mais completa de Chile.
O que fazer em Colchagua em 2 dias se você vem para neve ou ski
Se você vem ao Chile no inverno para conhecer a neve ou visitar centros de ski, Colchagua também pode entrar muito bem no roteiro.
Depois de dias frios na montanha, botas, roupas térmicas e deslocamentos até os centros de ski, o vale oferece uma experiência completamente diferente: vinho tinto, gastronomia, hotéis aconchegantes, paisagens rurais e um ritmo mais tranquilo.
No inverno, Colchagua pode ser especialmente agradável para casais. O clima combina com vinho, bons almoços, descanso e experiências em ambientes fechados, como museus, bodegas e restaurantes.
Para quem já conheceu Santiago e a Cordilheira, reservar o que fazer em Colchagua em 2 dias pode ser a melhor forma de descobrir outro Chile.
O que fazer em Colchagua em casal
Poucos destinos no Chile combinam tão bem vinho, paisagem e tranquilidade como Colchagua.
Para uma escapada romântica, este roteiro funciona muito bem porque não está sobrecarregado. Tem hotel boutique, boa comida, uma viña com história, uma rota cultural, teleférico, museus e tempo suficiente para descansar.
A fórmula é simples: menos atividades, mais tempo para aproveitar.
Colchagua em casal se vive melhor quando há espaço para conversar, olhar a paisagem e deixar que a viagem avance sem pressão.
O que fazer em Colchagua em 2 dias na primeira visita
Se é sua primeira vez no vale, este roteiro entrega uma visão muito completa.
O dia 1 permite chegar, almoçar bem e viver uma experiência de vinho na Viña Maquis.
O dia 2 soma artesanato, Lolol, Viña Santa Cruz, teleférico, museus e gastronomia.
E a manhã extra, se você puder fazer, acrescenta Museu de Colchagua e Viña Viu Manent.
Você não vai conhecer todo o vale, mas terá uma primeira experiência rica, variada e muito mais profunda do que apenas uma visita rápida a uma vinícola.
Como circular por Colchagua sem carro
Este roteiro funciona melhor com carro ou transporte privado, especialmente no dia 2, para visitar La Lajuela, Lolol e Viña Santa Cruz.
Se você não pretende alugar carro, o ideal é ficar perto de Santa Cruz e coordenar traslados com antecedência. Também vale priorizar experiências organizadas que já incluam parte da logística.
Se for degustar vinhos, evite dirigir depois. Uma opção é ter motorista designado, contratar transfer ou ajustar o roteiro para que as degustações não coincidam com trechos longos de condução.
Se você quer revisar opções de aluguel de carro, pode fazer isso aqui
Dicas práticas para organizar sua escapada
Reserve hospedagem com antecedência, especialmente em fins de semana, feriados, vindima e alta temporada.
Confirme horários do Museu de Artesanato de Lolol, Museu de Colchagua, Viña Santa Cruz, teleférico, museus e restaurantes antes de viajar.
Programe apenas uma experiência forte por bloco do dia.
Evite dirigir depois das degustações.
Leve roupa confortável para caminhar entre vinhedos e povoados.
Use protetor solar durante boa parte do ano.
No outono e inverno, leve casaco para o fim da tarde.
Se puder, durma uma segunda noite.
Não tente ver tudo. Colchagua se aproveita melhor quando sobra tempo para olhar.
Perguntas frequentes sobre o que fazer em Colchagua em 2 dias
Dois dias são suficientes para conhecer Colchagua?
Sim. Dois dias permitem uma primeira experiência muito completa. Você pode dormir no vale, visitar uma vinícola, conhecer Lolol, descobrir artesanato local, subir no teleférico da Viña Santa Cruz e aproveitar a gastronomia.
Vale a pena incluir uma manhã extra?
Sim. Se você puder incluir uma manhã extra, o Museu de Colchagua e um almoço na Viña Viu Manent podem fechar muito bem a escapada. Se ainda houver tempo, o tour da Viña Viu Manent é uma boa forma de encerrar a visita.
Onde ficar em Colchagua?
Para este roteiro, TerraViña Hotel Boutique funciona muito bem pela localização entre vinhedos e proximidade com Santa Cruz. Também existem outras alternativas no vale, dependendo do estilo da viagem.
Onde comer no primeiro dia?
Restaurante Los Poetas é uma excelente opção para almoçar ou jantar perto do TerraViña e de Santa Cruz. Sua proposta gastronômica combina muito bem com uma escapada de vinho.
Qual vinícola visitar no primeiro dia?
Viña Maquis é uma excelente alternativa para a tarde do primeiro dia. Sua paisagem entre ribeiras, sua história e seus vinhos ícones entregam uma experiência enológica com muita identidade.
Vale a pena visitar Lolol?
Sim. Lolol é um dos povoados patrimoniais mais interessantes da Região de O’Higgins. Sua arquitetura, atmosfera rural e Museu de Artesanato fazem dele uma parada muito valiosa dentro de uma escapada a Colchagua.
O que é La Lajuela?
La Lajuela é um setor da comuna de Santa Cruz ligado à tradição artesanal da teatina, uma fibra de trigo usada para tecer chupallas, chapéus típicos do campo chileno.
O que oferece a Viña Santa Cruz?
Viña Santa Cruz combina vinho, teleférico, degustações, Museu do Vinho, Museu do Automóvel, Museu do Meteorito e espaços culturais. É uma experiência muito completa para uma primeira visita ao vale.
Conclusão: Colchagua é a pausa perfeita depois de Santiago, compras ou ski
Depois de percorrer Colchagua durante dois dias, fica claro que o vinho é apenas uma parte da história.
A verdadeira riqueza do vale está nas paisagens, nos povoados, nas conversas durante uma degustação, nos ofícios que seguem vivos e nesses momentos simples que aparecem quando deixamos de olhar o relógio.
Uma escapada que combine TerraViña Hotel Boutique, Restaurante Los Poetas, Viña Maquis, La Lajuela, Lolol, Viña Santa Cruz e uma possível manhã extra no Museu de Colchagua e na Viña Viu Manent permite descobrir várias faces desse território extraordinário.
Para brasileiros que vêm ao Chile por Santiago, compras ou centros de ski, Colchagua pode ser a pausa perfeita: menos movimento, mais paisagem, bons vinhos e a sensação de conhecer um Chile mais profundo.
E entre uma taça e outra, entre vinhedos, museus, chupallas, teleféricos e caminhos rurais, Colchagua revela sua maior virtude: a capacidade de lembrar que viajar também pode ser uma forma de voltar a desfrutar das coisas simples.
Por isso, mais do que um destino para visitar, Colchagua é um lugar para ficar um pouco mais do que o previsto. Mesmo que seja apenas por um fim de semana.
Links úteis para reservar
Reserve TerraViña Hotel Boutique aqui:
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Reserve o Tour Ícone de Viña Maquis aqui:
Reserve a experiência Bodega Santa Cruz com degustação e teleférico aqui:
Reserve a visita ao Museu do Vinho e Museu do Automóvel aqui:
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